{"id":67878,"date":"2023-06-23T12:05:14","date_gmt":"2023-06-23T15:05:14","guid":{"rendered":"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/?p=67878"},"modified":"2023-12-01T16:30:24","modified_gmt":"2023-12-01T19:30:24","slug":"baixa-idade-media-renascimento-comercial-e-urbano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/baixa-idade-media-renascimento-comercial-e-urbano\/","title":{"rendered":"Baixa Idade M\u00e9dia: Renascimento Comercial e Urbano"},"content":{"rendered":"\n<p>O portal Estrat\u00e9gia Militares, ao longo dos \u00faltimos meses, est\u00e1 trazendo um conte\u00fado completo sobre o per\u00edodo hist\u00f3rico da <a href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/a-idade-media-e-o-modo-de-vida-feudal\/\" target=\"_blank\" >Idade M\u00e9dia<\/a> para todos os nossos leitores e alunos. Essas postagens se baseiam no conte\u00fado das aulas da professora Al\u00ea Lopes em nossa plataforma on-line.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de tratarmos da <a href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/alta-idade-media-o-papel-da-igreja-catolica-na-formacao-do-mundo-feudal\/\" target=\"_blank\" >influ\u00eancia da Igreja Cat\u00f3lica na Idade M\u00e9dia<\/a>, do <a href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/alta-idade-media-o-apogeu-do-feudalismo\/\" target=\"_blank\" >apogeu do feudalismo<\/a> e das <a href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/baixa-idade-media-as-cruzadas-catolicas\/\" target=\"_blank\" >Cruzadas cat\u00f3licas<\/a>, entraremos em um novo tema de grande import\u00e2ncia: o renascimento comercial e urbano. Confira a seguir!<\/p>\n\n\n<div id=\"new-form\">\n\t<form id=\"forms_layout\">\n\t<input type=\"hidden\" id=\"chave_de\" name=\"chave_de\" value=\"01_EMIL_LEADS_TOTAIS\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"mid\" name=\"mid\" value=\"515009017\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Objetivo\" name=\"Objetivo\" value=\"Militares\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Estado_de_Origem_do_IP\" name=\"Estado_de_Origem_do_IP\"  value=\"\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Cidade_de_Origem_do_IP\" name=\"Cidade_de_Origem_do_IP\" value=\"\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Modo_de_entrada\" name=\"Modo_de_entrada\" value=\"Portal\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Pagina_Origem\" name=\"Pagina_Origem\" value=\"\" \/>\n\n\t\t<div class=\"texto\">\n\t\t\t<h3 class=\"news\">Inscreva-se em nossa newsletter!<\/h3>\n\t\t\t<p>Receba not\u00edcias sobre os mais importantes concursos para as For\u00e7as Armadas brasileiras e informa\u00e7\u00f5es sobre o mundo 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href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/baixa-idade-media-renascimento-comercial-e-urbano\/#Polos-Comerciais\" >Polos Comerciais<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/baixa-idade-media-renascimento-comercial-e-urbano\/#Igreja-Catolica-X-lucro-financeiro\" >Igreja Cat\u00f3lica X lucro financeiro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/baixa-idade-media-renascimento-comercial-e-urbano\/#Grupos-economicos-e-cidades\" >Grupos econ\u00f4micos e cidades<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/baixa-idade-media-renascimento-comercial-e-urbano\/#Os-burgos-e-os-burgueses\" >Os burgos e os burgueses<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/baixa-idade-media-renascimento-comercial-e-urbano\/#Novas-instituicoes\" >Novas institui\u00e7\u00f5es<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/baixa-idade-media-renascimento-comercial-e-urbano\/#Veja-tambem\" >Veja tamb\u00e9m:<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/baixa-idade-media-renascimento-comercial-e-urbano\/#Referencias\" >Refer\u00eancias<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-renascimento-comercial-e-urbano\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Renascimento-Comercial-e-Urbano\"><\/span>Renascimento Comercial e Urbano<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>As transforma\u00e7\u00f5es provocadas pelas Cruzadas, pela influ\u00eancia da Igreja Cat\u00f3lica e pelas transforma\u00e7\u00f5es do feudalismo s\u00e3o parte da experi\u00eancia que a historiografia costuma chamar de renascimento comercial e de renascimento urbano.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esses termos se referem ao processo de dinamiza\u00e7\u00e3o da vida nas cidades e das atividades comerciais em um contexto em que a expans\u00e3o agr\u00edcola atingiu seu m\u00e1ximo potencial. Perry Anderson fala de circunst\u00e2ncias marcadas por uma \u201cimpressionante produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e vitalidade urbana\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Claro que esses processos n\u00e3o se deram de um dia para o outro. As transforma\u00e7\u00f5es no feudalismo s\u00e3o resultado dos acontecimentos entre os s\u00e9culos XI e XIII. Assim, a retomada da vida urbana e mercantil \u00e9 a resultante desse processo e, por isso, devem ser compreendidas de maneira complementar.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, esse resultado \u00e9, ao mesmo tempo, a causa do aprofundamento das transforma\u00e7\u00f5es do feudalismo. \u00c9 como se fosse uma l\u00f3gica retroalimentar. Sendo assim, cabe trazer aqui mais uma coloca\u00e7\u00e3o feita pelo professor Anderson:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cA ascens\u00e3o desses enclaves urbanos n\u00e3o pode ser separada da influ\u00eancia agr\u00e1ria que os cercava. \u00c9 bastante incorreto divorciar os dois em qualquer an\u00e1lise da Idade M\u00e9dia [&#8230;].\u201d (ANDERSON, Perry. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Tradu\u00e7\u00e3o de Beatriz Sidou. S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 2000, p. 185.)&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Com o excedente de produ\u00e7\u00e3o, o com\u00e9rcio ganhou um impulso decisivo. Inicialmente, ele era local e se desenvolveu ao redor dos feudos ou em terras feudais n\u00e3o protegidas por muralhas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O com\u00e9rcio local acontecia em torno de bens como madeira &#8211; fruto do desmatamento dos bosques -, cereais, animais, l\u00e3s, artefatos para carregamento de produtos, entre outros. Os neg\u00f3cios eram realizados, majoritariamente, por servos ou artes\u00e3os.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, esse crescimento mercantil n\u00e3o ficou restrito ao espa\u00e7o local. Devido \u00e0s Cruzadas Crist\u00e3s, desenvolveram-se rotas comerciais que ligavam praticamente toda a Europa e at\u00e9 algumas \u00e1reas do Oriente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesses casos, as rotas foram desenvolvidas, em sua maioria, pelos nobres e filhos de nobres \u2013 os cavaleiros andantes europeus. De qualquer forma, eram empreendimentos de iniciativa privada. Sendo assim, n\u00e3o se tratou de um projeto pol\u00edtico expansionista de nenhum Estado centralizado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com certeza, a mais importante foi a Rota do Mediterr\u00e2neo, tamb\u00e9m conhecida como Rota Comercial do Sul. Ela era mar\u00edtima e foi controlada por mercadores da Pen\u00ednsula Italiana, das regi\u00f5es de G\u00eanova e Veneza.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os portos mais importantes da Rota do Mediterr\u00e2neo ficavam nessas cidades italianas e em T\u00fanis, Tr\u00edpoli e Constantinopla. Foi uma importante ponte para os produtos luxuosos do Oriente, como seda, frutas secas, especiarias, perfumes, entre outros produtos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outro importante lugar do renascimento comercial foi o Norte da Europa, na regi\u00e3o onde hoje \u00e9 a B\u00e9lgica, Holanda e os Pa\u00edses Baixos. Ali se estabeleceu a chamada Rota Comercial do Norte.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ela se desenvolveu por meio da liga\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias associa\u00e7\u00f5es de mercadores dessa regi\u00e3o. Essas associa\u00e7\u00f5es eram conhecidas como hansas. Por isso, a Rota do Norte \u00e9 conhecida como Liga Hanse\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-liga-hanseatica\">Liga Hanse\u00e1tica<\/h3>\n\n\n\n<p>A Liga Hanse\u00e1tica foi fundada no s\u00e9culo XIII por mercadores germ\u00e2nicos das regi\u00f5es de Hamburgo, Lubeck, Bremen, Dantzig, Bruges e Rostock. Durante a Baixa Idade M\u00e9dia, se constituiu como uma pot\u00eancia comercial europeia \u2013 mas, ela era mais que isso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No s\u00e9culo XV, a Liga era uma confedera\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-econ\u00f4mica que reunia quase 60 cidades, possu\u00eda uma das maiores frotas mar\u00edtimas, ex\u00e9rcito e governo centralizado. A Liga agrupou os pr\u00edncipes burgueses. Eles formaram as monarquias europeias mais din\u00e2micas e, com isso, impulsionaram o com\u00e9rcio mar\u00edtimo e as reformas pol\u00edticas e religiosas da \u00c9poca Moderna.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-polos-comerciais\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Polos-Comerciais\"><\/span>Polos Comerciais<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 poss\u00edvel perceber que existiam dois polos comerciais na Europa:<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"543\" height=\"137\" src=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-01.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-67879\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Essas duas rotas eram mar\u00edtimas e contavam com v\u00e1rios portos que eram a porta de entrada para o continente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A liga\u00e7\u00e3o entre as regi\u00f5es desses dois polos se dava por uma s\u00e9rie de rotas terrestres. Nos principais pontos de cruzamento dessas vias, os mercadores e artes\u00e3os se encontravam para articular seus neg\u00f3cios, realizar trocas e oferecer seus produtos. Assim, surgiram as <strong>Feiras<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"317\" height=\"362\" src=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-02.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-67880\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n<p>O desenvolvimento das atividades mercantis tornou as rela\u00e7\u00f5es de troca mais complexas. Isso significa que foi necess\u00e1rio a utiliza\u00e7\u00e3o de moeda em larga escala para mediar as trocas. Nesse processo, apareceu uma importante institui\u00e7\u00e3o: as <strong>Casas Banc\u00e1rias<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Inicialmente, elas tinham a fun\u00e7\u00e3o de uma casa de c\u00e2mbio, como aqueles locais onde as pessoas trocam o seu dinheiro quando chegam em outro pa\u00eds. Posteriormente, com o aumento do volume de neg\u00f3cios, as casas banc\u00e1rias tamb\u00e9m viraram casas de dep\u00f3sito: um lugar onde as pessoas poderiam guardar seu dinheiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o demorou muito para que as casas banc\u00e1rias tamb\u00e9m come\u00e7assem a emprestar dinheiro \u00e0 juros. Assim, cambistas viraram banqueiros. Essa atividade foi desenvolvida especialmente por judeus, devido ao fato de n\u00e3o serem crist\u00e3os e n\u00e3o terem problema com a quest\u00e3o da usura, uma pr\u00e1tica condenada pela Igreja Cat\u00f3lica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><a id=\"cta\" class=\"cta-imagem\" href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/curso\/banco-de-questes-anual\/\" target=\"blank\">\n                <img decoding=\"async\" width=\"100%\" src=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/EM-Banco-de-Questoes.jpg\" alt=\"EM - Banco de Questo\u0303es\" title=\"EM - Banco de Questo\u0303es\">\n        <\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-igreja-catolica-x-lucro-financeiro\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Igreja-Catolica-X-lucro-financeiro\"><\/span>Igreja Cat\u00f3lica X lucro financeiro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, por que a Igreja Cat\u00f3lica condenava o ato de as pessoas emprestarem dinheiro \u00e0 juros?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Isso acontecia por causa do conjunto de valores e dogmas da Igreja Cat\u00f3lica que deveriam reger o comportamento e as atitudes dos crist\u00e3os. Nesse sentido, o lucro era indecente, porque a pessoa que o emprestava ganhava mais dinheiro somente por ter esperado o tempo passar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para os dogmas crist\u00e3os isso tinha dois problemas:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Nenhum tipo de trabalho era realizado; e<\/li>\n\n\n\n<li>O tempo era um elemento divino, que deveria ser manipulado e usado apenas por Deus \u2013 o tempo era o da vida e o da morte.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Esses preceitos morais geraram obst\u00e1culos para os crist\u00e3os se envolverem em atividades banc\u00e1rias. Por isso, pessoas de outras religi\u00f5es foram aqueles que aproveitaram a janela de oportunidade,&nbsp; principalmente os judeus.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda sobre a atividade financeira, segundo o historiador Jacques Le Goff<sup>26<\/sup>, o com\u00e9rcio de dinheiro tornou-se uma atividade fundamental para o impulsionamento das atividades econ\u00f4micas ligadas ao com\u00e9rcio em si, j\u00e1 que permitiu crescimento escalar das transa\u00e7\u00f5es mercantis. Perry Anderson vai al\u00e9m e afirma que:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cO apogeu das fortunas estava na atividade banqueira, onde as taxas de juros astron\u00f4micas podiam ser ganhas de empr\u00e9stimos extorsivos \u00e0 pr\u00edncipes e nobres com pouco dinheiro vivo. [&#8230;] A volta da cunhagem de moeda \u00e0 Europa na metade do s\u00e9culo XIII, com a fabrica\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea em 1252 [&#8230;] (ANDERSON, Perry. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Tradu\u00e7\u00e3o de Beatriz Sidou. S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 2000.)&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-grupos-economicos-e-cidades\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Grupos-economicos-e-cidades\"><\/span>Grupos econ\u00f4micos e cidades<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Dessa forma, a terra deixou de ser a \u00fanica fonte de riqueza. E, se existem formas diferentes de ganhar dinheiro, tamb\u00e9m podemos pensar que grupos econ\u00f4micos diferentes se formam nesse processo. At\u00e9 aqui falamos de pelo menos tr\u00eas deles:<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"382\" height=\"353\" src=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-04.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-67882\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Essa dinamiza\u00e7\u00e3o das atividades econ\u00f4micas est\u00e1 inscrita no espa\u00e7o f\u00edsico da Europa Ocidental. Logo, ela foi capaz de promover uma mudan\u00e7a na ocupa\u00e7\u00e3o territorial e na organiza\u00e7\u00e3o social.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, nas proximidades das rotas comerciais, dos portos e das feiras surgiram novos n\u00facleos urbanos: as cidades. Veja o que diz o professor Le Goff<sup>27<\/sup>:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cNo mundo romano as cidades eram centros pol\u00edticos, administrativos, militares e, secundariamente, econ\u00f4micos [&#8230;] a idade medieval nasce e se desenvolve a partir de sua fun\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. \u00c9 criada pela renova\u00e7\u00e3o das trocas e \u00e9 assunto de mercadores. O que, bastantes vezes, revela a falsa continuidade da realidade urbana entre o primeiro mil\u00eanio e a Idade M\u00e9dia \u00e9 que a cidade medieval se instala ao lado do n\u00facleo antigo. [&#8230;] Veneza, Florenza, G\u00e9nova, Pisa, Mil\u00e3o, Paris, Londres, Hamburgo e Lubeck s\u00e3o cria\u00e7\u00f5es medievais t\u00edpicas [&#8230;] Este papel de guia, de fermento e de motor, doravante, assumido pela cidade, afirma-se primeiramente na ordem econ\u00f4mica. Mas, mesmo se a cidade, a princ\u00edpio, foi um local de trocas, um n\u00f3 comercial, um mercado, a sua fun\u00e7\u00e3o essencial este dom\u00ednio \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"270\" height=\"120\" src=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-05.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-67883\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Da leitura atenta do trecho acima, podemos verificar alguns elementos importantes sobre as cidades medievais:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>&nbsp;N\u00e3o eram uma simples continuidade das antigas cidades da antiguidade;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>S\u00e3o forma\u00e7\u00f5es tipicamente do per\u00edodo medieval, por isso, chamadas de cidades medievais;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Tem uma fun\u00e7\u00e3o essencialmente econ\u00f4mica, o que as torna diferentes das cidades da antiguidade, ligadas \u00e0 fun\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, administrativa e militar; e&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Nessa fun\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, tem relev\u00e2ncia a produ\u00e7\u00e3o. Nisso entra o papel dos artes\u00e3os e da manufatura, sendo que a mais importante foi a manufatura t\u00eaxtil.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"117\" height=\"117\" src=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-06.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-67884\" srcset=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-06.jpg 117w, https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-06-60x60.jpg 60w\" sizes=\"(max-width: 117px) 100vw, 117px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Em um primeiro momento esses espa\u00e7os urbanos eram fortificados e constru\u00eddos ao lado dos antigos centros urbanos. Mas, as atividades ali dentro eram diferentes, pois predominava o com\u00e9rcio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esses espa\u00e7os eram chamados burgos, palavra derivada da fus\u00e3o do germ\u00e2nico e do latim <em>burgs<\/em> + <em>burgu<\/em> e que significa \u201cpequena fortaleza\u201d. Seus frequentadores eram os burgueses.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"406\" height=\"251\" src=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-07.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-67886\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup>28<\/sup>Afresco de Ambrogio Lorenzetti, c. 1337-40. Representa\u00e7\u00e3o de uma cidade medieval<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"357\" height=\"248\" src=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-08.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-67887\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup>28<\/sup>Port\u00e3o de entrada da cidade de Hamburgo<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-os-burgos-e-os-burgueses\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Os-burgos-e-os-burgueses\"><\/span>Os burgos e os burgueses<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>No entanto, por que citamos \u201cfrequentadores\u201d e n\u00e3o \u201cmoradores\u201d? Essas pessoas do burgo n\u00e3o moravam l\u00e1?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Inicialmente, elas n\u00e3o moravam. O burgo era um lugar que servia para fazer o com\u00e9rcio local, onde ficavam alguns lugares para armazenagem e outros mercados. Mas, com o tempo e a amplia\u00e7\u00e3o das atividades, as pessoas passaram a construir casas para morar mais perto dos burgos e economizar tempo e transporte.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Jacques Le Goff afirma que o \u00eaxodo rural, ou seja, a migra\u00e7\u00e3o do campo para a cidade, foi um grande fen\u00f4meno durante a Idade M\u00e9dia Central. Assim, os v\u00e1rios elementos humanos que chegaram nesses espa\u00e7os ao longo do tempo constitu\u00edram uma \u201csociedade nova\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pela pr\u00f3pria configura\u00e7\u00e3o espacial da Europa feudalizada, \u00e9 poss\u00edvel imaginar que os burgos, de alguma maneira, estavam localizados em terras feudais. Assim, essas transforma\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, sociais e comportamentais se chocavam com o <em>status quo<\/em> dos nobres senhores feudais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse processo, surgiu um novo conjunto de taxas imposto pelo senhor feudal e que deveria ser pago pelos burgueses. Em contrapartida, eles exigiam liberdade de com\u00e9rcio e de circula\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Desses choques, derivou o movimento comunal organizado por burgueses para conquistar a autonomia e a independ\u00eancia das cidades e, assim, livrar-se do dom\u00ednio e da autoridade do senhor feudal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa demanda poderia ser alcan\u00e7ada pacificamente por meio de uma carta de emancipa\u00e7\u00e3o, conhecida como Carta de Franquia. Ela era emitida por um nobre em troca do pagamento de grande monta de moedas. Esse documento garantia a autonomia administrativa e judici\u00e1ria dentro do burgo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, em muitas situa\u00e7\u00f5es, os senhores feudais resistiram e se negaram a reconhecer a independ\u00eancia dos burgos. Nesses casos, os burgueses recorriam ao rei-suserano de um senhor-vassalo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O rei continuou existindo e era o suserano de alguns senhores feudais vassalos que lhe deviam fidelidade. Ent\u00e3o, em alguns momentos, os reis usaram seu poder hier\u00e1rquico e intermediaram esses conflitos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns historiadores chamam isso de uma alian\u00e7a do rei com a burguesia, na busca da retomada do seu poder e prest\u00edgio no contexto de desagrega\u00e7\u00e3o do feudalismo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-novas-instituicoes\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Novas-instituicoes\"><\/span>Novas institui\u00e7\u00f5es<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Quanto mais livres e independentes eram as cidades, mais o com\u00e9rcio e o artesanato prosperavam. Diante desse cen\u00e1rio, novas institui\u00e7\u00f5es surgiram. As principais foram:<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"836\" height=\"312\" src=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-09.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-67888\" srcset=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-09.jpg 836w, https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-09-768x287.jpg 768w, https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-09-800x299.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 836px) 100vw, 836px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<p>As Corpora\u00e7\u00f5es de Of\u00edcio eram comandadas pelos mestres-artes\u00e3os, em geral, os donos das oficinas. Eles empregavam pessoas que aprendiam um of\u00edcio em troca de trabalho nas oficinas. Recebiam ainda alojamento, alimenta\u00e7\u00e3o e vestu\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os aprendizes poderiam se tornar oficiais e, a depender de autoriza\u00e7\u00e3o da Corpora\u00e7\u00e3o de Of\u00edcio, poderiam se tornar mestres de of\u00edcio e ter sua pr\u00f3pria oficina. Essa aprendizagem tinha duas gradua\u00e7\u00f5es: aprendiz e oficial.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"313\" height=\"247\" src=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-10.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-67889\"\/><\/figure><\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"268\" height=\"85\" src=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Renascimento-11.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-67890\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n<p>As cidades, que plantavam as sementes para um novo mundo, uma nova mentalidade, uma nova forma de ser e de sentir, de fazer riqueza e de desafiar as agruras da vida, forjavam os instrumentos para romper com a rigidez da sociedade feudal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As corpora\u00e7\u00f5es de of\u00edcio s\u00e3o um exemplo de que existia mais mobilidade social, a partir da atividade artesanal, do que no feudo, apesar do controle e da interven\u00e7\u00e3o dessa institui\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, mesmo com muitas limita\u00e7\u00f5es estruturais feudais, houve um lento enriquecimento de comerciantes e artes\u00e3os que, ao longo do tempo, controlaram com exclusividade determinadas atividades. Esse processo indica a forma\u00e7\u00e3o de uma nova classe social: a <strong>burguesia<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apenas atente-se de que estamos falando de um \u201cprocesso de forma\u00e7\u00e3o de classe social\u201d. Portanto, isso \u00e9 uma engrenagem que se movimentou por muitos s\u00e9culos depois desse momento inicial.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, nesse momento hist\u00f3rico, a burguesia quer ser aceita pela nobreza e ser parte dela. Por isso, ela quer ganhar dinheiro e, com ele, comprar terras e t\u00edtulos de nobili\u00e1rquicos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A burguesia ainda n\u00e3o era aquela da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, que derrubou o rei e cortou sua cabe\u00e7a. Na passagem do feudalismo para a Idade Moderna ela n\u00e3o \u00e9 contra a nobreza. Neste momento, ela procurava apenas imitar, ser parte e igual aos nobres.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, sabemos que isso \u00e9 muito905d99-85c1-4dea-aa0b-60a7a4374f83&#8243; class=&#8221;textannotation&#8221;> dif\u00edcil, porque t\u00edtulos de nobreza n\u00e3o eram monetizados. Afinal, era um t\u00edtulo de propriedade s\u00f3 adquir\u00edvel por meio da doa\u00e7\u00e3o de um outro nobre e, para tanto, a pessoa tinha que nascer no ber\u00e7o de uma fam\u00edlia da<\/span> nobreza. Como \u00e9 que a burguesia conseguiria ser nobre um dia?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a nobreza sempre encarava a burguesia com desprezo e nunca como iguais. Afinal, seu dinheiro vinha do trabalho e n\u00e3o era uma coisa bem vista pela nobreza.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Lembre-se de que os que foram criados por Deus para trabalhar foram os servos \u2013 vis\u00e3o religiosa da cria\u00e7\u00e3o das tr\u00eas Ordens Sociais. A Meritocracia \u00e9 um valor que s\u00f3 vai tomar a cena da hist\u00f3ria l\u00e1 pelo s\u00e9culo XVII.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Gostou deste conte\u00fado? Continue acompanhando nossos artigos sobre o per\u00edodo hist\u00f3rico da Idade M\u00e9dia em nosso portal!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E se voc\u00ea quer se tornar um militar de carreira, clique no banner abaixo e conhe\u00e7a a plataforma de estudos do Estrat\u00e9gia Militares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb\u00e9m:<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/primeira-guerra-mundial-as-causas-da-grande-guerra\/\">Primeira Guerra Mundial: as causas da Grande Guerra<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/primeira-guerra-mundial-saiba-mais-sobre-o-estopim-da-guerra\/\">Primeira Guerra Mundial: saiba mais sobre o estopim da guerra<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/primeira-guerra-mundial-saiba-mais-sobre-os-antecedentes-e-a-belle-epoque\/\">Primeira Guerra Mundial: saiba mais sobre os antecedentes e a Belle \u00c9poque<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/primeira-guerra-mundial-o-fim-do-conflito-e-a-paz-dos-vencedores\/\">Primeira Guerra Mundial: O fim do conflito e a paz dos vencedores<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/primeira-guerra-mundial-saiba-mais-sobre-a-guerra-de-trincheiras\/\">Primeira Guerra Mundial: saiba mais sobre a guerra de trincheiras<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/militares.estrategia.com\/portal\/materias-e-dicas\/historia\/baixa-idade-media-as-transformacoes-no-feudalismo\/\">Baixa Idade M\u00e9dia: As transforma\u00e7\u00f5es no Feudalismo<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Texto elaborado com base no material did\u00e1tico da professora Al\u00ea Lopes.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias\"><\/span>Refer\u00eancias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p><sup>26<\/sup>LE GOFF, Jacques. A bolsa e a vida: economia e religi\u00e3o na Idade M\u00e9dia. S\u00e3o Paulo: Ed. Brasiliense, 1989<\/p>\n\n\n\n<p><sup>27<\/sup>LE GOFF, J. A civiliza\u00e7\u00e3o do Ocidente Medieval. Lisboa: Editora Estampa, 1983, pp. 102, 103,107.<\/p>\n\n\n\n<p><sup>28<\/sup>VICENTINO, Claudio. Idem, p. 229<\/p>\n\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O portal Estrat\u00e9gia Militares, ao longo dos \u00faltimos meses, est\u00e1 trazendo um conte\u00fado completo sobre o per\u00edodo hist\u00f3rico&hellip;\n","protected":false},"author":58,"featured_media":66327,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"wl_entities_gutenberg":"","footnotes":""},"categories":[29],"tags":[64,313,162,161,167,271],"wl_entity_type":[187],"class_list":{"0":"post-67878","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-historia","8":"tag-marinhadobrasil","9":"tag-313","10":"tag-carreiramilitar","11":"tag-concursosmilitares","12":"tag-exercito","13":"tag-fab","14":"wl_entity_type-article"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v26.6 (Yoast SEO v26.6) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Baixa Idade 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